A Apple voltou a revolucionar o mercado de tecnologia com o lançamento do chip M5, o seu mais recente processador topo de gama para computadores e dispositivos móveis. O anúncio surge apenas um mês depois da apresentação dos novos iPhones e marca uma nova fase na estratégia da empresa: aposta intensa em inteligência artificial (IA) e desempenho gráfico avançado, diretamente nos dispositivos, sem depender da cloud.
O M5 promete transformar a experiência de utilização de MacBook Pro, iPad Pro e Apple Vision Pro, oferecendo capacidades de processamento nunca antes vistas na linha Apple. Entre as principais melhorias estão a GPU até quatro vezes mais rápida que a geração anterior e os Neural Accelerators dedicados, que aceleram tarefas de IA como a geração de imagens, edição de vídeo, criação de conteúdo e processamento de modelos de linguagem complexos.
Este novo chip não é apenas uma atualização: representa uma nova era para a Apple, em que alto desempenho e inteligência artificial caminham lado a lado, oferecendo aos utilizadores ferramentas poderosas para trabalhos criativos e profissionais. A seguir, detalhamos todas as novidades e explicamos como o M5 muda o desempenho de cada dispositivo.
Disponibilidade e preços
O MacBook Pro com M5 já se encontra à venda no site oficial da Apple em Portugal, enquanto o iPad Pro M5 também pode ser adquirido online. Ambos os dispositivos estão focados em utilizadores exigentes, como designers, programadores e profissionais de edição de vídeo, que necessitam de alto desempenho.
O M5 inaugura uma nova era na Apple
O chip M5 representa uma mudança de paradigma na Apple, concentrando-se no processamento de IA diretamente no dispositivo. Para compreender todas as novidades, detalhamos abaixo os principais pontos:
- Nova GPU com IA
- O que muda no MacBook Pro M5
- O que muda no iPad Pro M5
1. Nova GPU com IA
A grande aposta da Apple é a inteligência artificial. O M5 conta com uma GPU de 10 núcleos, cada um equipado com Neural Accelerator, oferecendo mais de três vezes a capacidade de processamento de IA do M4. Isto permite processar modelos de linguagem de grande dimensão (LLM) localmente, além de acelerar a geração de imagens e outros recursos avançados.
Além disso, a nova GPU é até 50% mais rápida do que a anterior em termos de desempenho gráfico. Segundo a Apple, isto traduz-se em gráficos mais realistas em jogos e apps 3D e renderizações mais rápidas em projetos de vídeo e design.
2. O que muda no MacBook Pro M5
O novo MacBook Pro chega com ecrã Liquid Retina XDR de 14 polegadas e pico de brilho de 1.600 nits. Existe ainda a opção com vidro nano-texture, que reduz reflexos e cansaço visual durante longos períodos de uso.
Em termos de bateria, o MacBook Pro M5 promete até 24 horas de autonomia, com 50% de carga em apenas 30 minutos. Para profissionais de edição, há opções de incluir a licença Pro do Final Cut e do Logic Pro.
O desempenho de memória e armazenamento também foi reforçado, com até 32 GB de RAM unificada e 4 TB de SSD, capaz de ser duas vezes mais rápido que o modelo anterior.

3. O que muda no iPad Pro M5
O iPad Pro M5 aproxima-se do desempenho de um desktop, mas num formato portátil. Tal como o MacBook, oferece carregamento rápido de 50% em 30 minutos.
O grande destaque é a melhoria na Apple Intelligence, que permite gerar imagens e vídeos até quatro vezes mais rápido graças ao M5. O dispositivo mantém-se leve e fino, com ecrã Ultra Retina XDR e tecnologia OLED em camada dupla, disponível em versões de 11 e 13 polegadas com 5,3 e 5,1 mm de espessura, respetivamente.

O chip M5 confirma que a Apple está a apostar forte em IA e desempenho gráfico, colocando os seus dispositivos no topo da categoria profissional e criativa.




















