Abrir o ChatGPT, o Gemini ou o Claude para poupar tempo e colar um contrato, uma folha de cálculo financeira da empresa, um currículo ou um e-mail de trabalho tornou-se um hábito mecânico. Afinal, a Inteligência Artificial consegue resumir textos, rever cláusulas e sugerir melhorias em escassos segundos.
O grande problema é que a maioria das pessoas ignora para onde vai essa informação. Dados pessoais, segredos comerciais e chaves de acesso podem acabar guardados nos servidores das tecnológicas para treinar futuras versões da IA. Não precisa de deixar de usar estas ferramentas, mas sim de saber o que camuflar antes de clicar em “Enviar”. Conheça as barreiras de segurança para proteger a sua privacidade.
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